Comunidades tradicionais e povos originários se levantam contra o avanço do extrativismo em seus territórios, denunciando que o discurso de “transição energética” mascara práticas que continuam causando destruição ambiental e social. O grito é claro: é hora de parar e repensar modelos que colocam em risco vidas, culturas e o futuro do planeta.
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